Um dos maiores centros culturais na época de Paulo, cresceu ao redor de uma meseta pedregos de 163 metros de altura, chamada acrópole, também era chamada A Acrópole de muitos templos. Ao norte da Acrópole estava o célebre centro cívico e a praça do mercado conhecido como a Ágora, onde as pessoas comerciavam e discutiam assuntos de interesse da época. A noroeste da Acrópole se estendia, sobre um nível um pouco mais baixo, uma colina pedregosa chamada o Areópago, ou a colina de Marte. Onde se realizava os concílios e se reunia o supremo tribunal grego. Paulo conhecia bem estes dois lugares. Na praça do mercado ele discutia todos os dias com os que se apresentavam (At 17:17), foi no Areópago que ele falou sobre o Deus desconhecido que eles haviam levantado um altar.Graças a escola Americana de Estudos Clássicos, a praça do mercado foi descoberta, suas ruínas tem sido traçadas e seus edifícios em ruínas tem sido identificados. Até hoje ninguém encontrou em Atenas a inscrição do altar "Ao Deus desconhecido". Porém, outra inscrição idêntica foi encontrada em outro altar em 1 903, durante as escavações da cidade de Pérgamo.
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21 de janeiro de 2011
Asdode
Era o orgulho militar dos filisteus da antiguidade. Quando os filisteus capturaram a arca da aliança, eles a trouxeram para Asdode e a colocaram no templo de Dagom. Isaias relata (20:1) que Sargom, rei da Assíria, enviou Tartã, seu general, para tomar a cidade de Asdode. Alguns críticos tinham posto em dúvida esta afirmação, porque a história secular não faz nem uma menção deste rei. Porém, em 1 842, Paul Emile Botta escavou a cidade de Corsabad e encontrou um cilindro octogonal com os seguintes dizeres sobre o rei Sargom: Em minha nona expedição à terra que está ao lado do grande mar, à Filistia e à Asdode eu fui... as cidades de Asdode eu sitiei e capturei. Filipe o evangelista, foi a Asdode, (chamada Azoto nesse tempo), depois que batizou o eunuco (At 8:40). Em 1 962, Moshe Dotan e David Noel, descobriram coisas importantíssimas dentre elas, selos inscritos em idiomas desconhecidos, a escavação confirmou o registro bíblico da destruição de Asdode por Uzias, rei de Judá (2 Cr 26:6). Também descobriram um fragmento da chamada colina de Sargom, que ele construiu no ano 712 a. C,é uma prova adicional desse fato.
Anatote
Era o lugar de residência de Abiatar, o sumo sacerdote (1 Rs 2:26), e de Jeremias, o profeta(Jr 1;1. Estava localizada a uns dois quilômetros de Jerusalém. Seu nome sobrevive na pequena aldeia de Anata. Os escavadores concluíram que sua ocupação começou aproximadamente no ano 1 000 a.C, como uma cidade sacerdotal israelita, e continuou até o sétimo século d.C. Nada foi encontrado nela que se relacionasse concretamente com Jeremias, mas a vista para o leste sobre o deserto da Judéia e o Mar Morto é impressionante, e nos faz recordar as palavras do Senhor através de Jeremias: tenho eu sido para Israel um deserto?(Jr 2:31
Antioquia
Está localizada a uns 450 quilômetros ao norte de Jerusalém "a rainha do oriente", devido aos seus belos contornos. Foi nesta cidade que os discípulos foram chamados cristãos pela primeira vez. Vários achados importantes foram descobertos aos longos dos anos, mais o achado mais sensacional, todavia, foi um belo cálice de prata, no qual estavam esculpidas, em um trecho de prata, e bordado em um extraordinário, cálice exterior, vides simbólicas, nas quais se encontram doze figuras sentadas, que muitos acreditam que representam Cristo e os onze discípulos, o cálice tem capacidade para2,36 litros,é evidente que se trata de uma relíquia da antiguidade. Alguns o consideram o santo graal, copo usado por Cristo e seus discípulos na ultima Páscoa. O cálice duplo se encontra agora no Cloisters na cidade de Nova York, é conhecido como "o cálice de Antioquia".
Ai ( A Ruina)
Foi o segundo lugar a ser atacado pelos israelitas sob o comando de Josué, e geralmente tem sido identificado com Et-tell, três quilômetros a leste de Betel. Baseados no exame de cacos encontrados na superfície e em algumas escavações realizadas como experiência em 1928, o professor Gastang e o doutor Albright concluíram que Ai pode ter caído mais ou menos na mesma época que Jericó (em 1400 a.C). Nos anos de 1934-1935, Judith Marquet-Krause e S.Yevin realizaram duas breves campanhas nas quais encontraram os restos de uma cidade mais ou menos próspera, que havia sido destruída por um incêndio em torno do ano 2.200 a.C. Não foram encontrados indícios de ocupações posteriores, com exceção de uma pequena aldeia hebraica, destruída entre os anos 1.200 e 1.100 a.C. Ao informar sobre os resultados das escavações, M. Dussaud deu ênfase aos aspectos negativos [descobertas malogradas], ele em companhia de muitos outros, não encontrou indícios da destruição da cidade por Josué nos anos 1:400 a 1.200. A noticia de finalmente tinha-se "demonstrado" a falsidade da Bíblia difundiu-se rapidamente em alguns círculos. Todavia, o relato tão cuidadosamente registrado nos capítulos sétimo e oitavo no livro de Josué declaram que o lugar era conhecido como Ai (uma ruína). Segundo o autor do relato bíblico, Ai era um lugar pequeno "a leste de Betel", e havia "só uns poucos homens" no começo, mais imediatamente ela foi fortificada por todos os homens de Ai e todos os homens de Betel (Js 7:3; 8:17), de tal maneira que quando eles imprudentemente deixaram a cidade para perseguir a Israel, "nem um homem permaneceu em Ai ou em Betel". Imediatamente a emboscada israelita, que esperava entre Betel e Ai, tomaram e incendiaram a cidade. O exército de Josué derrotou a confederação de Ai e Betel. Eles regressaram e, depois de levarem o gado e o despojos, queimaram completamente a cidade, deixaram somente um montão "de ruínas"(Js 8:27-28).
Á luz das narrações bíblicas existem boas razões para se acreditar que no tempo de Josué a povoação das ruínas de Ai não era extensa, já que esta não passava de uma fortificação de madeira defendida pelos homens de Betel e de Ai. Portanto, o "montão" que restou do incêndio estaria composto de cinzas, carvão e algumas pedras. As ruínas indubitavelmente podem ter sido saqueadas de toda pedra utilizada nos edifícios, pelas pessoas que vieram depois em busca de pedra cortadas. Da mesma forma, muito séculos de erosão e desintegração pelo vento pode ter feito desaparecer essas ruínas a tal ponte que qualquer vestígio dos tempos de Josué seria quase imperceptível em nossos dias. Todavia, através das escavações adicionais e mais cuidadosas, ainda se pode encontrar alguns vestígios das ruínas de Ai nos tempos de Josué. Ou, talvez, a Ai mencionado na Bíblia se encontre em outro lugar.
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